Nova lei é um passo significativo para a integração desses vigilantes ao trabalho colaborativo com as forças públicas.
Hoje, dos 3 milhões de vigilantes formados, 2,5 milhões estão atuando de forma irregular ou estão sem emprego, segundo a Fenavist.
Porém, finalmente foi sancionada a lei 14.967/2024 que institui o Estatuto da Segurança Privada e da Segurança das Instituições Financeiras e promete revolucionar o setor de segurança privada no Brasil.
Conforme a revista Sociedade Militar, especialistas veem essa lei como uma esperança não só para a segurança pública, ao controlar melhor as armas em circulação.
Mas também como um passo significativo para a integração desses vigilantes ao trabalho colaborativo com as forças públicas.
A criação de novas oportunidades no monitoramento eletrônico pode ainda gerar 100 mil novos postos de trabalho, consolidando o estatuto como um marco transformador para o setor.
O que muda
A nova legislação que regula o setor de segurança privada, o exército oculto no Brasil com 597 mil agentes bem preparados e armados, traz uma série de mudanças importantes.
Por exemplo, como o controle ampliado sobre as armas utilizadas pelos vigilantes e a definição de critérios para o registro das empresas do ramo.
Essa legislação abrange diversos serviços no setor de segurança privada, como:
Além disso, o monitoramento eletrônico por câmeras e a segurança de grandes eventos passaram a ser atividades exclusivas do setor.
A Polícia Federal (PF) poderá, inclusive, autorizar o uso de armas em transporte coletivo, uma regulamentação que ainda será definida.
Entre as novas exigências da legislação estão:
Fonte: bncamazonas.com.br